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Lateral Edilson promete muita luta pelo tão sonhado hexa da Copa do Brasil

Por Sergio Santos | 09/10/2018 21:20

Quando foi contratado em janeiro para fazer parte do excelente plantel de uma das principais equipes do país, o lateral direito Edilson sabia que nos momentos mais importantes da temporada estaria lutando por títulos que marcariam seu nome na história do Cruzeiro.

Não deu outra, em abril veio o título mineiro bastante comemorado pelo lateral, depois de uma grande virada sobre o rival na última partida e, nesta quarta-feira, Edilson terá a chance de participar de mais uma final com a camisa estrelada, desta vez contra o Corinthians, valendo a taça da Copa do Brasil.

“Estou feliz por disputar meu primeiro título nacional com essa camisa. Já tive a oportunidade de conquistar o Campeonato Mineiro nesse ano e agora temos a chance de ser hexacampeão da Copa do Brasil pelo Clube. A diretoria montou um grande plantel e a torcida tem feito o seu papel no estádio, agora cabe a nós nos doarmos em campo por esse tão sonhado título”, declarou o lateral.

Com tantos títulos na carreira e alguns de forma consecutiva, já que venceu o Campeonato Brasileiro em 2015 pelo Corinthians, a Copa do Brasil em 2016 e a Libertadores em 2017 pelo Grêmio, Edilson terá a chance de manter a sequência de triunfos e atribui o fato às grandes escolhas que fez na carreira tão vitoriosa.

“Trabalho sempre com esse objetivo, mas o algo a mais nessa questão foram as escolhas que fiz na carreira.  Assim como nas equipes anteriores, escolhi vir para o Cruzeiro pelo projeto ambicioso de conquistar grandes títulos e ficar marcado na história do Clube para sempre”,

Do outro lado, Edilson terá pela frente, também na lateral direita, um ex-companheiro de clube, Fagner, que por muitas vezes disputaram a posição jogando com a camisa do Corinthians. Edilson confirma que a fase ao lado de Fagner foi importante para manter o alto nível de apresentações e proporcionou que os dois fossem vitoriosos, cada um jogando pela sua equipe.

“Tenho certeza de que termos sido do mesmo time, disputando posição, fez com que evoluíssemos. Um puxava o outro pra cima. Não podia diminuir a performance que o outro ficava com a vaga”, finalizou.